Os máximos foram fixados no final de Fevereiro e para já, parece que o fecho do mês (e trimestre) voltou a marcar um ponto de inflexão importante. Esta ideia é válida abaixo da janela destacada, 5694/737.
Enquanto as correcções não sustentarem, pelo menos, na exponencial dos 200 dias, a pressão sobre o índice deverá continuar, reforçando a ideia anterior. Para um queda na volatilidade e para podermos olhar novamente para cima, precisamos também de reconquistar a zona dos 5808.
Não o conseguindo, devemos voltar ao intervalo 5174/370, zona de suporte que mantém fora das nossas expectativas, os mínimos de Abril de 2025.
