A estimativa rápida do índice de preços ao consumidor na Zona Euro ultrapassou 3%, pela primeira vez em mais de dois anos e meio, consolidando as expectativas de uma subida das taxas de juro directoras na reunião de política monetária do Banco Central Europeu na Quinta-feira, dia 11 de Junho.
Em Maio, a taxa de inflação subiu pelo quarto mês consecutivo, atingindo 3,2% e contando desta vez com a contribuição, para além dos produtos energéticos, de outros tipos de bens e serviços,
➡️ Inflação YoY (Mai):
Actual: 3,2%
Previsto: 3,2%
Anterior: 3,0%
➡️ Inflação MoM (Mai):
Actual: 0,1%
Previsto: 0,1%
Anterior: 1,0%
➡️ Inflação Core YoY (Mai):
Actual: 2,5% 🟢
Previsto: 2,4%
Anterior: 2,2%

As maiores economias da Zona Euro continuam bem acima da meta de 2% do Banco Central Europeu: França (2,8%), Itália (3,3%) e Espanha (3,6%).
O problema é que começam agora a surgir, sinais de que a aceleração dos preços se está a espalhar para outros bens e serviços.
A taxa de inflação subjacente, que exclui os preços mais voláteis da energia, alimentos, tabaco e álcool, subiu de 2,2% em Abril para 2,5% em Maio.
A taxa de inflação homóloga nos serviços, que estava em 3% em Abril, subiu agora para os 3,5%.
Fonte: Bloomberg