---
title: Outlook 4º Trimestre 2026 - Evolução dos Indicadores Macroeconómicos
description: Outlook 4º Trimestre 2026 - Evolução dos indicadores macroeconómicos
image: https://spot.bancoinvest.pt/hubfs/pexels-will-8627639.jpg
---

![hamburger](https://spot.bancoinvest.pt/hubfs/Banco%20Invest%202024/Images/hamburger.svg)

![close-icon](https://spot.bancoinvest.pt/hubfs/Banco%20Invest%202024/Images/close.svg)

<https://spot.bancoinvest.pt/blog>

[bancoinvest.pt](https://www.bancoinvest.pt/)

[Alertas](https://spot.bancoinvest.pt/blog/tag/alertas)

[Análise Técnica](https://spot.bancoinvest.pt/blog/tag/análise-técnica)

[Investimento](https://spot.bancoinvest.pt/blog/tag/investimento)

[Learning Center](https://spot.bancoinvest.pt/blog/tag/learning-center)

[Notícias](https://spot.bancoinvest.pt/blog/tag/notícias)

[Outlook](https://spot.bancoinvest.pt/blog/tag/outlook)

![phone](https://spot.bancoinvest.pt/hubfs/Banco%20Invest%202024/Images/phone.svg)

 800 200 160 (gratuito)

![microphone](https://spot.bancoinvest.pt/hubfs/Banco%20Invest%202024/Images/microphone.svg)

 Apoio ao Cliente

[Outlook](https://spot.bancoinvest.pt/blog/tag/outlook)

# Outlook 4º Trimestre 2026 - Evolução dos Indicadores Macroeconómicos

 30 setembro 2026

 Global market status

 Global market status

 Global market status

![feature-image](https://spot.bancoinvest.pt/hubfs/pexels-will-8627639.jpg)

Segundo o Banco Central Europeu (BCE), no seu relatório de Setembro de 2026, a economia global continua a demonstrar resiliência, apesar da persistência de alguns focos de risco geopolítico, nomeadamente o conflito no Médio Oriente. A actividade económica mundial manteve um desempenho robusto no segundo trimestre deste ano, beneficiando da continuidade do ciclo de investimento associado à inteligência artificial (IA) e da normalização gradual das cadeias de abastecimento. Embora os Estados Unidos e a China tenham registado alguma desaceleração, esta foi amplamente compensada pelo crescimento de economias fortemente integradas na cadeia de valor tecnológica, como Taiwan e a Coreia do Sul.

Por outro lado, o comércio mundial revelou-se particularmente dinâmico, superando as expectativas anteriores. Este desempenho reflectiu, sobretudo, o aumento da procura por equipamentos e infraestruturas relacionados com IA, bem como um efeito temporário de antecipação de importações de bens sujeitos a tarifas aduaneiras e de produtos intensivos em energia. Os indicadores mais recentes sugerem que esta dinâmica favorável deverá prolongar-se ao longo do terceiro trimestre de 2026, sustentada pela continuação dos investimentos tecnológicos e pela redução dos constrangimentos do lado da oferta.

Crescimento do PIB (real)

![](https://spot.bancoinvest.pt/hs-fs/hubfs/image-png-Sep-30-2026-03-53-02-4165-PM.png?width=700&height=211&name=image-png-Sep-30-2026-03-53-02-4165-PM.png)  
*Fonte: BCE, Setembro de 2026.*

Neste contexto, as projecções para o crescimento global foram revistas ligeiramente em alta face ao exercício de Junho. O PIB mundial, excluindo a área do euro, deverá crescer 3,1% em 2026, acelerando para 3,3% em 2027 e 3,4% em 2028. Apesar desta melhoria, o ritmo de expansão continua abaixo da média observada antes da pandemia. A revisão em alta resulta, sobretudo, da melhoria das condições de oferta a nível global, da intensificação dos investimentos em IA e da maior resiliência do consumo privado nos Estados Unidos. Em contrapartida, a evolução mais fraca da economia chinesa durante o segundo trimestre levou a uma revisão em baixa das perspectivas para 2026, ainda que parcialmente compensada por expectativas mais favoráveis para os anos seguintes.

Ao nível dos preços, a inflação global aumentou temporariamente para 3,4% no segundo trimestre de 2026, reflectindo principalmente o impacto da subida dos custos energéticos. Contudo, mantém-se a expectativa de retoma do processo de desinflação ao longo do horizonte de projecção. A inflação mundial deverá situar-se em 3,5% em 2026, caindo para 3,0% em 2027 e para 2,5% em 2028. Esta trajectória resulta do equilíbrio entre diferentes forças: por um lado, a descida esperada dos preços do petróleo e, por outro lado, a manutenção de preços elevados do gás natural, margens de refinação mais altas e pressões inflaccionistas associadas aos bens tecnológicos relacionados com IA. Globalmente, estes factores acabam por deixar praticamente inalterado o perfil da inflação face às estimativas anteriores do BCE.

 

###### Estados Unidos

A economia dos Estados Unidos cresceu a uma taxa anualizada de 1,5% no segundo trimestre de 2026, desacelerando face aos 2,1% registados no trimestre anterior, em linha com a estimativa preliminar. O principal motor do crescimento foi o consumo privado, que aumentou 3,4%, o ritmo mais forte desde o terceiro trimestre de 2025, impulsionado pelo aumento de 4,3% nas despesas em bens e de 3,1% nos serviços.

O investimento fixo registou também um desempenho sólido, crescendo 7,0%, sustentado por uma subida de 8,5% do investimento não residencial. Este resultado reflectiu, sobretudo, o aumento dos gastos em equipamentos e propriedade intelectual, beneficiando da forte procura relacionada com a inteligência artificial. Por sua vez, o investimento residencial avançou 1,3%, interrompendo uma sequência de cinco trimestres consecutivos de contracção.

Em contrapartida, alguns factores limitaram o crescimento económico. A despesa pública diminuiu 1,0% devido, sobretudo, a uma queda acentuada de 13,2% na despesa federal não relacionada com a defesa. Além disso, o contributo do sector externo foi negativo, uma vez que as importações cresceram 12,5%, superando claramente o aumento de 4,5% das exportações.

Em síntese, apesar da desaceleração do crescimento económico no segundo trimestre de 2026, a economia norte-americana continuou a ser suportada pela robustez do consumo privado e do investimento empresarial, particularmente nos sectores ligados à inteligência artificial, enquanto a redução da despesa pública e o agravamento do défice comercial exerceram pressão negativa sobre a actividade económica.

Em termos homólogos, o crescimento real do PIB ascendeu a 2,1% no segundo trimestre de 2026, desacelerando face aos 2,7% observados no trimestre anterior. Apesar da moderação da actividade económica, o crescimento continuou a ser sustentado pelo consumo das famílias e pela recuperação do investimento privado.

A taxa de desemprego manteve-se em 4,1% em Agosto de 2026, em linha com as expectativas do mercado. Apesar da estabilidade da taxa de desemprego, o mercado de trabalho apresentou sinais de dinamismo.

Com efeito, o número de desempregados aumentou em 115 mil pessoas, atingindo 7,03 milhões, mas o emprego total registou um crescimento expressivo de 569 mil postos de trabalho, alcançando 162,75 milhões de pessoas empregadas. Simultaneamente, a população cativa aumentou em 683 mil pessoas, para 169,78 milhões, o que levou a taxa de participação na força de trabalho a subir para 61,6%, recuperando do mínimo de cinco anos de 61,4% observado em Julho.

**Crescimento do PIB, ISM e Taxa de Desemprego**

*![](https://spot.bancoinvest.pt/hs-fs/hubfs/image-png-Sep-30-2026-04-38-51-5596-PM.png?width=900&height=284&name=image-png-Sep-30-2026-04-38-51-5596-PM.png)*

*Fonte: Bloomberg.*

A inflação anual manteve-se nos 3,4% em Agosto de 2026, sem alteração face ao valor registado no mês anterior e em linha com as expectativas do mercado. Os principais contributos para a pressão inflacionista vieram da energia, com os preços da gasolina a aumentarem 27,4% em termos homólogos e os do fuelóleo em 52%, acelerando face ao mês anterior. Por outro lado, verificou-se uma desaceleração da inflação em algumas componentes importantes. Com efeito, a inflação da habitação abrandou para 3,0%, face a 3,2% em Julho, enquanto a inflação dos alimentos recuou para 2,7%, face aos anteriores 3,0%.

Em termos mensais, em Agosto de 2026, o índice de preços no consumidor (CPI) aumentou 0,4%, o ritmo mais elevado dos últimos três meses. A gasolina subiu 3,9% no mês, representando mais de um terço do aumento mensal do índice. Em contraste, os preços do gás natural (-1,1%) e da eletricidade (-0,2%) registaram quedas. Os alimentos aumentaram apenas 0,1%, enquanto a habitação subiu 0,3%. Também se observaram aumentos nos preços das comunicações, tarifas aéreas, educação e veículos usados.

Por sua vez, a inflação subjacente (core CPI), que exclui alimentos e energia, aumentou 0,3% em Agosto, acima dos 0,2% registados em Julho e das previsões do mercado (0,2%). Contudo, em termos anuais, a inflação subjacente desacelerou para 2,4%, o valor mais baixo desde Março de 2021, face a 2,5% no mês anterior.

**Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação**

*![](https://spot.bancoinvest.pt/hs-fs/hubfs/image-png-Sep-30-2026-04-39-41-5358-PM.png?width=900&height=274&name=image-png-Sep-30-2026-04-39-41-5358-PM.png)*

*Fonte: Bloomberg.*

De acordo com as últimas estimativas do FMI (Julho-2026), a economia norte-americana deverá crescer 2,3% e 2,2% em 2026 e 2027, respectivamente, ligeiramente acima dos 2,1% registados em 2025.

 

###### Zona Euro

A economia da Zona Euro cresceu 0,6% no segundo trimestre de 2026, acima da estimativa inicial de 0,4%, segundo os dados finais do Eurostat. Este foi o ritmo de crescimento trimestral mais forte desde o segundo trimestre de 2022, impulsionado sobretudo pela revisão em alta do PIB da Irlanda, que registou uma expansão de 10,2% após uma contração de 7,8% no trimestre anterior.

Entre as principais economias da região, a Alemanha viu o crescimento revisto em alta para 0,3%, enquanto a França teve a sua estimativa revista em baixa para 0,0%. A Espanha continuou a destacar-se entre as maiores economias da Zona Euro, com um crescimento de 0,7%, ao passo que o crescimento da Itália foi confirmado em 0,2%.

A principal contribuição para o crescimento veio do comércio externo líquido, que acrescentou 0,9 pontos percentuais ao PIB, reflectindo um aumento das exportações de 3,4%, superior ao crescimento das importações de 1,5%. O consumo das famílias também contribuiu positivamente, adicionando 0,2 pontos percentuais, com as despesas dos consumidores a aumentarem 0,4%, após uma subida de apenas 0,1% no trimestre anterior.

Por outro lado, o investimento fixo e a despesa pública tiveram um impacto praticamente nulo no crescimento económico, enquanto a variação de existências (inventários) retirou 0,5 pontos percentuais ao PIB.

Em termos homólogos, o crescimento económico da Zona Euro acelerou para 1,2%, acima da estimativa anterior de 1,0%, evidenciando uma melhoria gradual da actividade económica na região.

**Crescimento do PIB e Taxa de Desemprego**

*![](https://spot.bancoinvest.pt/hs-fs/hubfs/image-png-Sep-30-2026-04-40-33-8451-PM.png?width=900&height=279&name=image-png-Sep-30-2026-04-40-33-8451-PM.png)*

*Fonte: Bloomberg.*

A inflação anual da Zona Euro acelerou para 3,3% em Agosto de 2026, face aos 2,9% registados em Julho, em linha com as expectativas do mercado. Trata-se do nível mais elevado desde Setembro de 2023 e mantém-se significativamente acima da meta de 2,0% definida pelo Banco Central Europeu (BCE).

A subida da inflação foi impulsionada, sobretudo, pelo forte aumento dos preços da energia, reflectindo o impacto da continuação do conflito no Médio Oriente. A inflação energética atingiu 14,3%, o valor mais elevado desde Janeiro de 2023. No mesmo sentido, verificou-se igualmente uma aceleração da inflação nos bens industriais não energéticos e nos alimentos não transformados.

Em contrapartida, a inflação dos serviços abrandou para 3,0%, o nível mais baixo dos últimos quatro meses. A inflação subjacente (excluindo energia e alimentos) recuou ligeiramente para 2,4%, abaixo das expectativas do mercado, que apontavam para os 2,5%.

Esta evolução veio reforçar as expectativas de uma postura mais restritiva por parte do BCE, com os mercados a descontarem novas subidas das taxas de juro até ao final deste ano, colocando a taxa directora nos 2,75%.

Entre as principais economias da Zona Euro, a inflação acelerou na Alemanha para 2,9% (2,8% em Julho), na França para 2,7% (2,4%), em Espanha para 4,5% (3,9%) e em Itália para 3,2% (2,9%).

**Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação**

![](https://spot.bancoinvest.pt/hs-fs/hubfs/image-png-Sep-30-2026-04-41-12-8121-PM.png?width=900&height=273&name=image-png-Sep-30-2026-04-41-12-8121-PM.png)

*Fonte: Bloomberg.*

As últimas projecções do BCE (Setembro-2026) foram revistas ligeiramente em alta face ao exercício de Junho de 2026. O crescimento do PIB da área do euro deverá atingir 0,9% em 2026, acelerando para 1,4% em 2027 e 1,5% em 2028. As revisões reflectem, sobretudo, um desempenho mais favorável do que o esperado na primeira metade do ano, uma recuperação do investimento mais robusta e um enquadramento internacional mais positivo.

Sobre a evolução do índice de preços, o BCE projecta que a inflação global da área do euro aumente de 2,1% em 2025 para 3,0% em 2026, reflectindo, essencialmente, o impacto dos preços da energia. Posteriormente, a taxa deverá regressar gradualmente para níveis compatíveis com o objectivo de estabilidade de preços, situando-se em torno de 2,1% em 2028. A inflação deverá atingir o seu ponto mais elevado no final de 2026, em torno dos 3,6%, antes de iniciar uma trajectória descendente ao longo de 2027. Este movimento será favorecido, em larga medida, pelos efeitos de base associados à correção dos preços energéticos, ainda que parte do impacto do choque actual continue a ser transmitido gradualmente aos restantes componentes do cabaz de consumo.

 

###### Países Emergentes**e em Desenvolvimento**

A economia da **China** cresceu 4,3% em termos homólogos no segundo trimestre de 2026, desacelerando face aos 5,0% registados no primeiro trimestre e ficando abaixo das expectativas do mercado, que apontavam para um crescimento de 4,5%. Trata-se do ritmo de expansão mais fraco desde o quarto trimestre de 2022, reflectindo o impacto da fraca procura interna, do investimento privado moderado e da prolongada crise no sector imobiliário. Apesar do contributo positivo das exportações relacionadas com tecnologias de inteligência artificial, estes factores não foram suficientes para compensar as debilidades estruturais da economia. O resultado ficou igualmente abaixo do intervalo inferior da meta de crescimento anual definida por Pequim, situada entre 4,5% e 5,0%, reforçando as expectativas de novas medidas de estímulo por parte das autoridades. O Gabinete Nacional de Estatísticas da China (NBS) destacou que as incertezas externas permanecem elevadas e que a economia continua a enfrentar um desequilíbrio entre uma oferta robusta e uma procura relativamente fraca. Ainda assim, no conjunto do primeiro semestre de 2026, o PIB chinês registou um crescimento acumulado de 4,7%, continuando a demonstrar uma forte resiliência.

Economias Emergentes

![](https://spot.bancoinvest.pt/hs-fs/hubfs/image-png-Sep-30-2026-04-35-15-7437-PM.png?width=900&height=618&name=image-png-Sep-30-2026-04-35-15-7437-PM.png)*Fonte: Bloomberg.*

A economia da **Índia** cresceu 7,8% em termos homólogos no segundo trimestre de 2026, sem variação face ao trimestre anterior e superando as expectativas do mercado. Este desempenho consolidou a Índia como a economia de crescimento mais rápido entre os países do G20, demonstrando uma notável resiliência num contexto internacional mais desafiante. Apesar da volatilidade económica causada pelo conflito no Médio Oriente, que impulsionou os preços da energia, pressionou a moeda indiana (Rupia) e obrigou o Banco da Reserva da Índia (RBI) a intervir nos mercados para estabilizar os activos financeiros, a actividade económica permaneceu robusta. A expansão foi sustentada, sobretudo, pelos sectores da indústria transformadora, que registou um crescimento de 9,2%, e da produção de serviços públicos, incluindo electricidade, com um aumento de 8,9%. O sector dos serviços continuou igualmente a destacar-se, com os serviços financeiros a crescerem 12,1% e as actividades ligadas ao comércio, hotelaria, transportes e comunicações a expandirem 8,5%. Por outro lado, o sector agrícola apresentou um crescimento mais moderado de 3,6%, enquanto a actividade de extração mineira e pedreiras registou uma contração de 2,4%. A taxa de inflação acelerou para os 4,8% em Agosto de 2026, face aos 4,5% registados no mês anterior, atingindo o nível mais elevado desde Dezembro de 2024. O aumento reflecte novas pressões inflacionistas decorrentes da forte subida dos preços da energia após o agravamento do conflito no Médio Oriente, cujo impacto foi amplificado pela recente depreciação da rupia indiana.

A economia do **Brasil** cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, após um crescimento de 1,1% no trimestre anterior e superando as expectativas do mercado, que apontavam para um crescimento de 0,4%. A actividade económica continuou a beneficiar de um nível elevado de despesa pública, que tem contribuído para sustentar o consumo e o crescimento nos últimos trimestres, bem como de medidas destinadas a facilitar o acesso ao crédito bancário. Neste contexto, a despesa do Estado aumentou 0,4%, enquanto o investimento (formação bruta de capital fixo) registou um crescimento de 1,2%. Contudo, o enquadramento económico permanece desafiante. A inflação elevada (4,2% em Agosto) e os custos de financiamento altos, associados ao agravamento dos défices públicos, começaram a reflectir-se numa deterioração do consumo privado. Como resultado, o consumo das famílias recuou 0,4% no trimestre. O sector externo teve igualmente um contributo negativo para o crescimento. As exportações diminuíram 0,8%, enquanto as importações aumentaram 1,8%, penalizando significativamente o contributo da procura externa líquida para o PIB. Em termos homólogos, a economia brasileira registou um crescimento de 2,0%, acima dos 1,8% observados no primeiro trimestre de 2026, evidenciando uma aceleração moderada da actividade económica.

Por fim, a economia do **México** cresceu em cadeia 1,4% no segundo trimestre de 2026, valor revisto ligeiramente em baixa face à estimativa inicial de 1,5%, mas ainda superior às expectativas do mercado, que apontavam para uma expansão de 1,3%. Este resultado confirma uma recuperação da actividade económica após a contração de 0,6% registada no primeiro trimestre, evidenciando alguma resiliência da economia mexicana perante um contexto marcado pelas recorrentes tensões comerciais com os EUA e pela subida dos preços da energia decorrente do conflito entre os EUA e o Irão. A expansão económica foi impulsionada, sobretudo, pelo desempenho das actividades primárias, que cresceram 2,4%, beneficiando da valorização dos preços do petróleo e do gás produzidos no México e na região do Golfo do México. O sector da indústria e da construção registou um crescimento de 1,6%, enquanto o sector dos serviços expandiu 1,4%, contribuindo igualmente para a recuperação da economia. Em termos homólogos, o PIB mexicano aumentou 2,1%, sinalizando uma melhoria da actividade económica relativamente ao mesmo período do ano anterior. A taxa de inflação manteve-se relativamente estável em Agosto, ligeiramente acima dos 3%, mas longe dos 4,6% observados em Março deste ano.

Partilhar este artigo:

<https://twitter.com/intent/tweet?url=https://spot.bancoinvest.pt/blog/outlook-4-trimestre-2026-evolucao-dos-indicadores-macroeconomicos&text=Outlook+4%C2%BA+Trimestre+2026+-+Evolu%C3%A7%C3%A3o+dos+Indicadores+Macroecon%C3%B3micos>

<https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https://spot.bancoinvest.pt/blog/outlook-4-trimestre-2026-evolucao-dos-indicadores-macroeconomicos>

<https://www.linkedin.com/shareArticle?mini=true&url=https://spot.bancoinvest.pt/blog/outlook-4-trimestre-2026-evolucao-dos-indicadores-macroeconomicos>

## Subscreva a nossa Newsletter diária

As últimas noticias , artigos e análises directamente na sua caixa de correio.

### Subscrição realizada com sucesso

Muito obrigado por subscrever a nossa newsletter. A partir de agora receberá conteúdos exclusivos diretamente na sua caixa de entrada.

![checked](https://spot.bancoinvest.pt/hubfs/Banco%20Invest%202024/Images/checked.svg)

- <https://www.facebook.com/bancoinvest.pt>
- <https://www.linkedin.com/company/banco-invest/>
- <https://youtube.com/@bancoinvestsa?si=e9PBo_O4oWSCHG_8>

[bancoinvest.pt](https://www.bancoinvest.pt/)

[![calls](https://spot.bancoinvest.pt/hubfs/Banco%20Invest%202024/Images/calls.svg) Apoio ao Cliente 800 200 160 (gratuito)](tel:80020-0160)

O Banco Invest S.A., com sede na Av. Eng. Duarte Pacheco, Torre 1 - 11º, 1070 - 101 Lisboa, é uma instituição registada no Banco de Portugal com o código 0014 e na Comissão de Mercado de Valores Mobiliários sob o nº 0141. Para qualquer informação adicional, contacte-nos pelo telefone 800 200 160.

@ 2026 BANCO INVEST

- [Definições de Cookies](https://www.bancoinvest.pt/informacao-legal/cookies)

```json
{
  "@context" : "https://schema.org",
  "@type" : "BlogPosting",
  "author" : {
    "@type" : "Person",
    "name" : "Paulo Monteiro",
    "url" : "https://spot.bancoinvest.pt/blog/author/paulo-monteiro"
  },
  "dateModified" : "2026-09-30T16:42:35.337Z",
  "datePublished" : "2026-09-30T16:42:24.000Z",
  "headline" : "Outlook 4º Trimestre 2026 - Evolução dos Indicadores Macroeconómicos",
  "image" : [ "https://spot.bancoinvest.pt/hubfs/pexels-will-8627639.jpg" ],
  "mainEntityOfPage" : {
    "@id" : "https://spot.bancoinvest.pt/blog/outlook-4-trimestre-2026-evolucao-dos-indicadores-macroeconomicos",
    "@type" : "WebPage"
  },
  "publisher" : {
    "@type" : "Organization",
    "logo" : {
      "@type" : "ImageObject",
      "url" : "https://spot.bancoinvest.pt/hubfs/principal_BI-1.png"
    },
    "name" : "Banco Invest"
  }
}
```